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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Remanescer

“Tristes lágrimas que rolaram postumamente

Escondidas entre a água do banho que escorria pelo meu corpo

Lavara minha alma de uma dor remanescente

Culpa de um amor cataléptico

Que resolvera voltar à vida

Mesmo sepultado no fundo das minhas lembranças

Em histérica agonia que gritava calada

E fazia-me surda de sua existência”


   Tany 23/02/2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

It's hard to find live flowers among dead people

         Metaphorical, I can say. Looking for something to think about - as if that were necessary for my insane mind - I decided to take a walk in a Death Valley, aspiring the peace offered in that silence, forgetting the life that existed outside those walls.
I saw dead flowers, artificial flowers, rotten flowers... and it did not destroy all that morbid beauty of that place. But why not live flowers? Only where the ground was churned up, where you could see that someone had been buried some time ago, there were live flowers, placed as if they were expected to decompose slowly with whom they were dedicated. And they die, die as if they carry the longing of all people who still alive... 
They are damned. They'll have to stay there, representing the hope and the reality... you do not realize that the flowers are already dead since the moment they were placed in the vessel or in a crown as you cannot belive that the person who is in the coffin has already died. It's a perfect synchrony, a translation of feelings and an attempt to comfort we always look at, but do not always see...
                                         ~Tany~  Feb. 20th, 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Vale das Lágrimas Perdidas


Em decadência a sua passível demência.
Um sentimento suicida invade seu coração.
A transmutação de toda a dor em sua pele cortada.
Esperança da sua vida condenada.
Onde sua quimera infernal.
És teu desejo carnal.

   Desejo que lhe toma a alma
Onde agora jaz o que um dia fora vida
Alma perdida, sem cor... sofrimento em vão
Sendo uma ilusão dolorida
Acreditar no que diz seu coração

   Um sentimento.
O verdadeiro tormento,
Viva em sua noite eterna.
Sua paz cadavérica.
Onde o que repousa sobre seu véu,
Não passa de um apelo silencioso
As respostas de um sentido...

   O silêncio que brada em sua mente
Seu peito vazio, olhos sem vida
Pois suas lágrimas secaram assim como sua essência
Derramada a cada dor inconsequente
Sangrando gota a gota por dentro

   Em seu devaneio cruel
Verdadeiro carrasco fiel
Judas de sua alma
Tirana de Sua alegria
Constantemente inconstante
Perderá o que jamais teve
Sentiu o que jamais terás
A dor da felicidade
E a cor do seu amado amor

   Desbotada sua solidão
Que sempre a acompanhará
Levará em cada cinza mais denso de seu ser
Um pouco de cada sentimento - eterno padecer
E arremata em negro tom sua história
Negro como sua lápide... para sempre sua perdida memória

                                                                        Tany e Régis


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Esperança Condenada

“Em demasiado desejo da Luz, Condenado as sombras és.
Onde seus pecados são doce sangue nas mãos de seus carrascos,
Carrascos do Destino que perdera
        
   Ou destino que eternizara
Quando escolhera morrer em vida

   Passaras a Sobreviver.
Sobreviver a Si mesmo.
Em uma existência conturbada.
Sua Alma desfigurada é a Grande paz que encontrara.

   Seu coração que já não bate é seu alívio
Pensamentos não mais existem, só delírios
Lembrando-se de como era sonhar
Esquecendo-se que deste pesadelo jamais irá despertar..

   Sua alma em Dor repousara.
Seu eterno descanso aguardara.
Um Cântico do tormento vivo.
A Cruz do Incerto.
Seu Âmago de Emoções desperto.
Cante Nobre Alma de seu Eterno Pesadelo!

   E um grito em sua mente
Fizera com que se curvasse diante de sua sanidade
Já não ouvia mais sua alma
Apenas ruídos eloquentes
Que o deixava imerso em sua vontade
Vontade de ser livre, quebrar o elo do destino.

   Sua Utópica Paz lançada ao vento.
Sua consciência seu maior Tormento.
Em uma dimensão de mentiras Repousara.
Ludibriado por seu único pecado.
O pecado de Viver

   Viver em morte, pois morrera em vida
Tentando alcançar a imortalidade tão desejada
Consequências que agora são seu fado
Que carregará passando por vidas e almas durante sua jornada
Sempre cantando triste o lamento em seu peito
Por descobrir que entre querer e desejar há uma longa estrada
Um caminho que pode ser sem volta
Pelo qual choras agora desesperado
Sem jamais ter a chance de alcançar seu ponto de partida...”

*By Régis and Tany*


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